18.7.14

3 trilhas sonoras para dias nublados


Eu adoro trilhas sonoras. É uma parte marcante do filme para mim e tão importante como a fotografia e o roteiro. Sempre que eu posso, faço algum comentário sobre as trilhas sonoras dos filmes que acho interessante (lembram que eu falei da trilha sonora dos filmes NebraskaInto the Wild e Away we go, por exemplo?).

Hoje resolvi falar de três trilhas sonoras que marcaram minha vida, e também que são ótimos para dias como hoje, nublados e chuvosos. Todas têm estilos bem diferentes entre si, mas que dizem bastante sobre mim — e sobre meu  gosto musical. Dependendo de como está meu humor no dia, eu simplesmente ligo qualquer um desses álbuns e meu dia muda completamente! Organizei os filmes por ordem cronológica, mas você pode simplesmente ouvir em qualquer ordem, que vai ser uma experiência igualmente incrível! Então vai lá fazer um chá e bora?

11.7.14

To the Moon: conheça a história de amor entre Johnny e River


Como todos sabem, sou um PC gamer de carteirinha com direito a mais de 100 jogos no Steam — em que mais de 30 eu nem comecei a jogar ainda —, graças à diversas promoções que acontecem na própria plataforma de jogos. Além disso sou adepto dos Humble Bundles — para quem não conhece, são promoções que são vendidos pacotes com uns 10 jogos por um preço muito baixo (tipo US$ 7) para ajudar a caridade.

Com isso, venho lotando minha biblioteca de jogos, e recentemente tenho sido muito atraído por jogos indie. Jogos que são feitos de maneira totalmente independente e que por isso demandam uma mão de obra e amor pelo produto ainda maior por parte do desenvolvedor.

Na última promoção de verão do Steam, adquiri quatro jogos por R$ 17: Terraria, Don't Starve, N.P.P.D. Rush e To The Moon. Alguns são games indies já conhecidos pelo público e um completamente desconhecido do mundo inteiro, mas que tem uma temática alucinógena e estava por R$ 2 então... Porque não?

Então, resolvi começar a jogar To The Moon. Muitos amigos me diziam que era um jogo lindo, com uma história maravilhosa e que eu deveria jogar com um lenço do lado. Deveria ter escutado eles, afinal, nos últimos minutos do jogo, foi necessário e eu não tinha nenhum por perto.

3.7.14

A dança fotográfica de Barbara Morgan

Não sei se vocês sabem, mas eu sou uma bailaria wannabe, e minha relação de paixão pela dança vem desde que eu me conheço por gente. Eu era daquelas que ia pra academia só pra fazer Body Jam, sabe? #vergonhaalheia Quando fiz minha primeira aula de jazz em 2010, soube no mesmo segundo de que era isso que eu gostaria de fazer pro resto da vida e virou um dos meus principais hobbies.


Como gosto muito de qualquer forma de arte, incluindo fotografia, sempre que eu acho algum artista que dedica sua vida a registrar a dança eu fico fã na hora! E foi o que aconteceu com Barbara Morgan. Americana, nascida em 1900 no Kansas e criada no sul da Califórnia, estudou pintura na Universidade da Califórnia, mas foi depois de ver uma exposição de Edward Weston, que ela se sentiu fortemente atraída pela fotografia.


Em 1925 se casou com o fotógrafo Willard Morgan e começou a se dedicar à fotografia, tanto por influência do marido como pela falta de tempo que a vida doméstica lhe deixava para a pintura. No começo Barbara se preocupava apenas em experimentar tudo o que a fotografia poderia lhe oferecer: retratos, natureza morta, fotomontagens... mas seu trabalho mais memorável foi com fotografando bailarinos de dança moderna e ela chegou a ganhar um prémio do American Institute of Graphic Arts Trade Book Clinic pelas fotografias feitas no estúdio de dança da Martha Graham, em 1936.


Martha Graham, "Letter to the World", 1940

25.6.14

O rock ainda tem salvação!

Dobro da Metade Rival Sons

Como rockeiro desde criança, influenciado por minha mãe (que me mostrou os Rolling Stones e o AC/DC na minha primeira década de existência), vinha tendo um desgosto com o tal rock "moderno". Muita pose e pouco rock.

O único lugar que vejo seguir as origens é o punk rock e o hardcore que se mantém ali, para poucos, mas que está voltando a ativa no underground paulista. Porém, no resto do mundo, se você quer rock clássico, tem que correr para os anos 60/70.

Mas agora chegou a hora de parar de ler, apertar o PLAY aqui embaixo e, só então, continuar lendo!



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