16.4.14

Conheça o som contagiante de Nacho Y Los Pussygatos!

Faz tempo que não falamos sobre música aqui, né?! Então, vamos falar da banda de um amigo meu, Nacho - ou como ele mesmo canta "Ignacio sem H, tem G e num tem acento no A". Mas nem por isso, irei puxar a sardinha para a banda dele.

Ele me descolou um disco do Nacho Y Los Pussygatos, o "És Muy Loco Señor!". Mas antes de mais nada, quero avisá-los que o Nacho participou desse comercial abaixo, então já perdeu alguns pontos! rs



A banda é composta por várias pessoas que conheço - inexplicavelmente - como o Guto Portugal (bateria) e Du Terni (baixo) que estudaram no Objetivo comigo, Felipe Kim (guitarra) que fazia alguns rolês da minha época de banda de hardcore e, claro, o Nacho no ukulele e voz. O disco ainda teve a participação da Dani na percussão.

Eles fazem um som meio pop rock com reggae/ska. Não, mistura bem mais coisas... É uma grande junção de estilos variados entre Brasil e Argentina, algo parecido com o que a banda Árbol faz. Aliás, quem não conhece Árbol, está perdendo MUITA coisa...

Todas as músicas tem letras em português, castelhano e inglês e é muito bem feito! Eles vêm fazendo diversos shows e crescendo cada vez mais. O som é bem alegre e dançante - e tem tudo para dar certo - e as letras são bem joviais (para alguns até demais). Poderiam variar ainda mais entre estilos, inclusive, criando algo acústico.

O som do ukulele combina muito com o estilo de som deles e a percussão completa de forma precisa. Alguns backing vocals poderiam ser mais frequentes e senti uma falta imensa de metais!!! Teclado e metais são as únicas coisas que faltam à banda para ter um som completo.

Se você ainda não conhece, pode curtir o disco inteiro no player aqui embaixo:


10.4.14

Kiki de Montparnasse

Catel & Bocquet
2008
410
Classificação: 4/5
Durante meu curso de artes visuais na faculdade, eu estudei e li sobre vários artistas, principalmente de arte moderna (que acontece mais ou menos entre 1890 a 1950).

Dos meus preferidos, entre esses artistas modernos estão Gargallo e Man Ray, um escultor e um fotógrafo, que foram muito importantes na imortalização de uma das mulheres mais significativas do começo do século. Tudo isso aconteceu na mesma época, no mesmo lugar... a época, belle époque. O lugar... Paris, claro!

Na Paris dos anos 20 tudo acontecia e, em meio ao caos artístico e efervescente, uma mulher chamava a atenção por onde passava. Vedete, cantora, dançarina, libertária, pioneira, escrachada, amiga de todos os mais importantes artistas que viviam na cidade na época, Kiki de Montparnasse tinha uma beleza exótica, erótica e uma postura que intimidava.

Alice Prin nasceu em Montparnasse em 1901 e foi criada pela avó de maneira pobre. Aos 12 viajou a Paris para se juntar com a mãe, uma tipógrafa que não demonstrava querer vínculos com a filha e que a tirou da escola e a colocou pra procurar emprego. Alice então começa a trabalhar numa padaria e é abordada por um escultor que a quer como modelo. E é aí que se abre um novo mundo para a, agora, Kiki... é o começo de uma longa carreira de modelo da vanguarda artística dos anos 20, que pode ser vista nas obras de Picasso, Man Ray (com quem teve uma relação poligâmica de 7 anos), André Breton, Henri Matisse, Tristan Tzara, Fernand Léger, Miró, etc...


2.4.14

Saving Mr. Banks, os bastidores de um dos maiores clássicos da Disney

John Lee Hancock
2014
125 minutos
Classificação: 5/5
Fuçando o AppleTV esses dias me atualizei com os filmes novos que estão saindo no cinema e vi um que tive muita vontade de ver. E não é que já saiu? Claro que a Bru já pegou o filme na hora (legendado e tudo) e partimos pra pipoca!

Saving Mr Banks (no Brasil lançado como "Walt nos Bastidores de Mary Poppins") conta a história de como Walt Disney (Tom Hanks) conseguiu os direitos do livro "Mary Poppins" com a Sra. Travers (Emma Thompson).

Esta é uma história verídica sobre o acontecido e é uma história fascinante, pois o filme ficou 26 anos em produção porque a autora dos livros não queria que sua história se transformasse em animação ou que virasse um musical.

O filme vai mostrando a relação de Disney com P.L. Travers, e ao mesmo tempo mostra a infância da autora com sua família, além da estreita relação que ela tinha com seu pai (Colin Farrell). Com o desenrolar da trama, você irá entender o porque ela é uma mulher tão amarga, e como Disney consegue fazer ela se soltar e se contagiar com a magia do mundo da Disney.

26.3.14

Falando de amor sem ser clichê

Quando eu fiz meu post sobre Away we go fiquei me perguntando porque eu nunca tinha feito um post sobre Medianeras: Buenos Aires na Era do Amor Virtual. Há alguns finais de semana atrás, tive que assistir de novo, pra faculdade, e resolvi que então era hora de fazer um post bonitinho para ele. :)

Baseado no curta-metragem de mesmo nome, e tendo o mesmo diretor, Gustavo Taretto, o filme argentino se passa em Buenos Aires e um dos primeiros questionamentos levantados pelo filme é a relação da cidade com as pessoas – mais especificamente de Buenos Aires com os porteños – na era digital. O filme participou na Mostra Competitiva no Festival de Gramado em 2011, vencendo os prêmios de Melhor Diretor e Melhor Filme Estrangeiro.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...